S.O.S. Português


  Qual é a diferença entre "esse" e "este" e quando empregar os dois termos?

Esse" é usado para retomar um termo, uma ideia ou uma oração já mencionados, como no exemplo a seguir: "A Terra gira em torno do Sol. Esse movimento é conhecido como translação". "Este", por sua vez, introduz uma ideia nova, ainda não mencionada, como podemos observar na frase "Este argumento de que os homens não choram é ultrapassado".
"Este" também pode indicar proximidade do falante, enquanto "esse" nos dá a ideia de proximidade do ouvinte. Vejamos as frases: a) "Este sapato me pertence", b) "Quando você comprou esse sapato que está usando?". Em (a), o sapato é de quem fala e, portanto, está mais próximo dele. Em (b), o sapato é do ouvinte.

Os dois termos são classificados pela gramática como pronomes demonstrativos e são usados quando o falante quer esclarecer a identidade de um referente (nome), retomar conteúdos e localizá-lo no tempo e no espaço. Entre essas funções, a mais importante é a de retomar ideias já mencionadas e ajudar na articulação do texto. A regra é basicamente a mesma para "deste" e "desse", "isto" e "isso" e "disto" e "disso".

Curiosidade

O segredo do texto é… ?

Sem nenhum tropeço, posso escrever o que quiser sem ele, pois rico é o português e fértil em recursos diversos, tudo permitindo, mesmo o que de início, e somente de início, se pode ter como impossível.
Pode-se dizer tudo, com sentido completo, como se isto fosse mero ovo de Colombo.
Desde que se tente sem se pôr inibido, pode muito bem o leitor empreender este belo exercício, dentro do nosso fecundo e peregrino dizer português, puríssimo instrumento dos nossos melhores escritores e mestres do verso, instrumento que nos legou monumentos dignos de eterno e honroso reconhecimento.
Trechos difíceis se resolvem com sinônimos.
Observe-se bem: é certo que, em se querendo, esgrime-se sem limites com este divertimento instrutivo.
Brinque-se mesmo com tudo. É um belíssimo esporte do intelecto, pois escrevemos o que quisermos sem o “E” ou sem o “I” ou sem o “O” e, conforme meu exclusivo desejo, escolherei outro, discorrendo livremente, por exemplo, sem o “P”, “R” ou “F”, ou o que quiser escolher.
Podemos em estilo corrente repetir sempre um som ou mesmo escrever sem verbos.
Com o concurso de termos escolhidos, isso pode ir longe, escrevendo-se todo um discurso, um conto ou um livro inteiro sobre o que o leitor melhor preferir.
Porém mesmo sem o uso pernóstico dos termos difíceis, muito e muito se prossegue do mesmo modo, discorrendo sobre o objeto escolhido, sem impedimentos.
Deploro sempre ver moços deste século inconscientemente esquecerem e oprimirem nosso português, hoje culto e belo, querendo substituí-lo pelo inglês.
Por quê?
Cultivemos nosso polifônico e fecundo verbo, doce e melodioso, porém incisivo e forte, messe de luminosos estilos, voz de muitos povos, escrínio de belos versos e de imenso porte, ninho de cisnes e de condores.
Honremos o que é nosso, ó moços estudiosos, escritores e professores.
Honremos o digníssimo modo de dizer que nos legou um povo humilde, porém viril e cheio de sentimentos estéticos, pugilo de heróis e de nobres descobridores de mundos novos.

Qual o segredo desse texto? Descobriu?

Despedida do TREMA

É uma tremenda aula de criatividade e bom humor, por sinal, com acentuada inteligência.  
A conseqüência é uma agradável leitura.

           
Estou indo embora. Não há mais lugar para mim. Eu sou o trema.Você pode nunca ter reparado em mim, mas eu estava sempre ali, na Anhangüera, nos aqüiféros, nas lingüiças e seus trocadilhos por mais de quatrocentos e cinqüentas anos.
       Mas os tempos mudaram. Inventaram uma tal de reforma ortográfica e eu simplesmente tô fora. Fui expulso pra sempre do dicionário. Seus ingratos! Isso é uma delinqüência de lingüistas grandiloqüentes!...
        O resto dos pontos e o alfabeto não me deram o menor apoio... A letra U se disse aliviada porque vou finalmente sair de cima dela. Os dois pontos disseram que eu sou um preguiçoso que trabalha deitado enquanto ele fica em pé. 
        Até o cedilha foi a favor da minha expulsão, aquele C cagão que fica se passando por S e nunca tem coragem de iniciar uma palavra. E também tem aquele obeso do O e o anoréxico do I. Desesperado, tentei chamar o ponto final pra trabalharmos juntos, fazendo um bico de reticências, mas ele negou, sempre encerrando logo todas as discussões. Será que se deixar um topete moicano posso me passar por aspas?... A verdade é que estou fora de moda. Quem está na moda são os estrangeiros, é o K, o W "Kkk" pra cá, "www" pra lá. 
        Até o jogo da velha, que ninguém nunca ligou, virou celebridade nesse tal de Twitter, que aliás, deveria se chamar TÜITER. Chega de argüição, mas estejam certos, seus moderninhos: haverá conseqüências! Chega de piadinhas dizendo que estou "tremendo" de medo. Tudo bem, vou-me embora da língua portuguesa. Foi bom enquanto durou. Vou para o alemão, lá eles adoram os tremas. E um dia vocês sentirão saudades. E não vão agüentar!...
        Nos veremos nos livros antigos, saio da língua para entrar na história.Adeus,
Trema.

Variação linguística

Poesia feminina

Apresento uma poesia muito interessante, sua autoria, frequentemente é atribuída a Clarice Lispector, porém, na realidade, a poesia ainda não apresenta autor conhecido.

Poema Genial

Não te amo mais.
Estarei mentindo dizendo que
ainda te quero como sempre quis.
Tenho a certeza que
nada foi em vão.
Sinto dentro de mim que
não significas nada.
Não poderia dizer jamais que
alimento um grande amor.
Sinto cada vez mais que
já te esqueci!
E jamais usarei a frase
EU TE AMO!
Sinto, mas tenho que dizer a verdade
É tarde demais...

Ler agora as estrofes no sentido inverso:

É tarde demais...
Sinto, mas tenho que dizer a verdade
EU TE AMO!
E jamais usarei a frase
já te esqueci!
Sinto cada vez mais que
alimento um grande amor.
Não poderia dizer jamais que
não significas nada.
Sinto dentro de mim que
nada foi em vão.
Tenho a certeza que
ainda te quero como sempre quis.
Estarei mentindo dizendo que
Não te amo mais.
Observou que interessante recurso apresenta nesse poema? Ao permitir mais de uma leitura, pode-se até mesmo pensar na questão do Concretismo, movimento que valoriza a não linearidade do signo linguístico, permitindo leituras de várias formas. Não afirmamos que o poema seja concreto, porém, a temática é parecida.

Diretrizes Curriculares de Língua Portuguesa

Países que falam a Língua Portuguesa

Pensadores da Educação

Tão antigo quanto a Filosofia, o pensamento educacional se desdobra em várias correntes. Clique nas imagens para conhecer séculos de reflexões sobre o ofício de educar. Clique na imagem abaixo e veja cada pensador e sua filosofia. 



APRENDER ATÉ MORRER!

Tautologia - Vícios de linguagem
Cultura ao alcance de todos. Vamos cuidar da nossa língua portuguesa, com certeza.
A armadilhas da língua
Você sabe o que é tautologia?

É o termo usado para definir um dos vícios de linguagem. Consiste na repetição de uma ideia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido.
O exemplo clássico é o famoso 'subir para cima' ou o 'descer para baixo'. Mas há outros, como  pode ver na lista a seguir:
- elo de ligação
- acabamento
final
- certeza
absoluta
- quantia
exata
- nos dias 8, 9 e 10,
inclusive
- juntamente
com
-
expressamente proibido
- em duas metades
iguais
- sintomas
indicativos
- há anos
atrás
- vereador
da cidade
-
outra alternativa
- detalhes
minuciosos
- a razão é
porque
- anexo
junto à carta
- de sua
livre escolha
- superávit
positivo
-
todos foram unânimes
- conviver
junto
- fato
real
- encarar
de frente
- multidão
de pessoas
- amanhecer
o dia
- criação
nova
- retornar
de novo
- empréstimo
temporário
- surpresa
inesperada
- escolha
opcional
- planejar
antecipadamente
- abertura
inaugural
-
continua a permanecer
- a
última versão definitiva
-
possivelmente poderá ocorrer
- comparecer
em pessoa
- gritar
bem alto
- propriedade
característica
-
demasiadamente excessivo
- a seu critério
pessoal
- exceder
em muito.
Note que todas essas repetições são dispensáveis.
Por exemplo, 'surpresa inesperada'. Existe alguma surpresa esperada?  É óbvio que não.
Devemos evitar o uso das repetições desnecessárias. Fique atento às expressões que utiliza no seu dia-a-dia.
Verifique se não está caindo nesta armadilha.


Gostou?
Repasse para os amigos amantes da língua.

REDAÇÃO DE VESTIBULAR


Vestibular da Universidade da Bahia cobrou dos candidatos a interpretação do seguinte trecho de poema de Camões:

'Amor é fogo que arde 
sem se ver, 
é ferida que dói e não se sente, 
é um contentamento descontente, 
dor que desatina sem doer '. 

Uma vestibulanda de 16 anos deu a sua interpretação: 

'Ah, Camões!, se vivesses hoje em dia, 
tomavas uns antipiréticos, 
uns quantos analgésicos 
e Prozac para a depressão. 
Compravas um computador, 
consultavas a Internet 
e descobririas que essas dores que sentias, 
esses calores que te abrasavam, 
essas mudanças de humor repentinas, 
esses desatinos sem nexo, 
não eram feridas de amor, 
mas somente falta de sexo!' 

A Vestibulanda ganhou nota DEZ: pela originalidade, pela estruturação dos versos, das rimas insinuantes, e também foi a primeira vez que, ao longo de mais de 500 anos, alguém desconfiou que o problema de Camões fosse apenas falta de mulher. 

Regras práticas de ortografia

1-Quando o som s se repete dentro da mesma palavra, quase sempre se emprega
Primeiro c e depois ss.
Exemplos: “processo”; “sucesso”; “necessário”; “retrocesso”; “abcesso”,
“antecessor”...  

2-Escreve- se g a seguir à sílaba inicial le-.
Exemplos: “legenda”; “legível”; “legião”; legionário”; “legislação”; “legítima”;
“legislatura”...

2.1-Escreve- se g a seguir à sílaba inicial re-.
Exemplos: “regedor”; regedoria”; regente”; regime”; Regina”; ”regeneradora”;
“regência”; “registrar”; “regimento”; “região”; regicídio”...

2.2-Escreve- se g a seguir à sílaba inicial al-.
Exemplos: “álgebra”; “algemado”; “algibeiras”...
Exceção: “rejeitar” e as palavras formadas a partir desta.

3- Escreve-se com j as palavras da mesma família das que finalizam em -ja ou -jo.
Exemplos:”canja”- “canjinha”
“granja”- “granjeada”
“loja”- “lojista”; “lojinha”
“anjo”- “anjinho”
“laranja”- “laranjinha”

4- As palavras terminadas em -eza, se derivam de adjetivos; escrevem-se com z.
Exemplos:
“triste”-“tristeza”
“belo”- “beleza”
“pobre”- “pobreza”
“duro”- “dureza”
“mole”- “moleza”
“certo”- “certeza”.

5- As palavras terminadas em -esa, se derivam de verbos, isto é de palavras que
indicam ações, escrevem-se com s.
Exemplos:
“defender”- “defesa”
“surpreender”- “surpresa”
“prender”- “presa”.

5.1- A terminação –esa é também usada para formar o feminino de alguns
substantivos.
Exemplos:
“chinês”- “chinesa”; “freguês”- “freguesa”; “marquês”- “marquesa”; “português”-
“portuguesa”...


6- Regras “x”/”ch”
14.1- A seguir a um ditongo usamos som x.
Exemplos:
“caixa”; “peixe”; “deixam”; “debaixo”..
.
6.2- A seguir aos grupos -an; -in; -on; -um escreve-se ch.
Exemplos:"
“lancha”;
“pedincha”;
“concha”;
“caruncho”;
“mancha”;
“prancha”;
“tronchuda”;”Funchal”.
..
N.B. Respeitar a origem das palavras: “peixe”- “peixaria”; “salsicha”-
“salsicharia”..


ESTUDO DAS PALAVRAS

1-     “ouve”- de ouvir / “houve”- de haver/ existir.

2-“porque”- significa motivo, causa ou fim.
“por que”- usa-se quando se pode substituir por “pela(s)” ou “pelo(s)” ou ainda
por “qual” ou “quais”.
Exemplo:
- Não fui ao jogo porque estava muito frio; aliás, este é o motivo por que
não vou a muitos jogos.

3-“contanto”- significa “desde que”.
“com tanto”- relativo a quantidade ou valor.
Exemplos:
- Irei ao cinema, contanto que não seja tarde.
-Com tanto barulho, não consigo ouvir nada.

4- “se não”- significa uma condição.
“senão”- significa “só por isso”; “somente”.
Exemplos:
- Amanhã, se não me acordarem, não vou ao parque.
- Vou ao parque, senão para pegar ar puro.

5- “ de certo”- indica indefinição; “de algum...”
“decerto”- significa “com certeza”; “certamente”.
Exemplos:
- Esta bola é de certo menino descuidado que decerto não se lembrou dela.

6- “com tudo”- significa “ com todas as coisas”.
“contudo”- significa “todavia”; “porém”.
Exemplos:
- Não aguento com tudo; contudo, gostava de ser capaz.
- O soldado defende-se com tudo o que tem.Contudo nem sempre consegue
vencer.

7- “enquanto”-significa “ao mesmo tempo”; ao passo que
“em quanto”- indica quantidade.
Exemplos:
-Enquanto jogas computador, não estudas.
-Em quanto óleo fritas as batatas?

Para ler e refletir

Tenho Tanto Sentimento

Tenho tanto sentimento
Que é frequente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.
Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.
Qual porém é a verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensar.


Fernando Pessoa


      "O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis e pessoas incomparáveis."
                                                Fernado Pessoa

Estratégias para o trabalho com Literatura – Ensino Fundamental....

FÁBULAS
Ø      Leitura de diversas fábulas clássicas trazidas pelo professor e pelos alunos.
Ø      Discussão de textos lidos, para que os alunos possam identificar as características mais comuns desse gênero.
Ø      Comparação entre versões diferentes. (autores, linguagem, intenção).
Ø      Observar palavras ou expressões que caracterizam os personagens e em um outro momento solicitar aos alunos que pensem em outras possibilidades de caracterização.
Ø      Desenvolver outros finais possíveis para as fábulas, inclusive estabelecendo outra moral.
Ø      Criar encontros entre personagens de diferentes fábulas.
Ø      Utilização dos elementos da fábula em outros gêneros textuais.
Ø      Escrita de fábulas a partir de elementos retirados de diferentes gêneros (crônicas, notícias de jornais, fatos do cotidiano do aluno, histórias de família).
Ø      Apresentação das fábulas criadas em forma de teatro,  antologia de textos dos próprios alunos, exposição de textos criados pelos alunos.

 CONTOS DE FADAS
Ø      Momento de “contação de  histórias”. Professor e alunos narram histórias que conhecem.
Ø      Solicitar aos alunos que desenhem como eles imaginam personagens de contos de fadas. A princesa, rei, príncipe, rainha, bruxa, ogro e outros entes fantásticos.
Ø      Discutir com os alunos por que os personagens de contos de fadas são caracterizados dessa forma. E depois pedir que eles façam uma nova ilustração.
Ø      Leitura de contos clássicos. Verificar a existência de versões diferentes.
Ø      Observar palavras ou expressões que caracterizam os personagens.
Ø      Identificação dos elementos da narrativa (tempo, espaço, personagens, narrador)
Ø      Apresentar versões animadas dos contos de fadas. (Walt Disney, Warner, etc) 
Ø      Trabalho com versões modernas que desconstroem os estereótipos dos contos clássicos. Abordar, por exemplo, a intenção pedagógica e moralizante das versões clássicas  e mostrar como elas se diluem um pouco nas versões modernas. Premissa tradicional: Siga as regras para ser feliz. Moderna: Seja você mesmo para ser feliz.
Ø      Produção escrita:
·        Finais diferentes
·        Encontro de personagens de diversos contos
·        Escrever uma carta para o personagem preferido
·        Produzir um conto de fadas a partir de um outro ponto de vista
·        Adaptar as narrativas para o tempo atual
 
Estratégias para o trabalho com Literatura – Ensino Médio
 
Prosa poética / Poema narrativo / Poesia

Ciranda de relação entre os textos:
1)      Texto bíblico extraído de João 1,1-3;
2)      Poema narrativo “Palavra”, de Moacir Sader;
3)      Fragmento poético de “Procura da Poesia”, de Carlos Drummond de Andrade;
4)      “Esparadrapo”, de Mário Quintana;
5)      Definição dicionarizada do verbete “palavra”;
6)      Fragmento do “Sermão da Sexagésima”, de Pe. Antonio Vieira, que tem relação intertextual com a Parábola do Semeador, presente em Mateus 13, 3-9;
7)      Poema “Tecendo a manhã”, de João Cabral de Melo Neto;
8)      Texto não-verbal: a presença / ausência das vozes.

Ø      Leitura e expressão oral dos textos;
Ø      Conversa sobre as impressões das leituras, singularidades, recursos utilizados nos textos poéticos;
Ø      Leitura comparativa dos textos, observando neles as abordagens da “palavra”;
Ø      Observar o uso das terminologias para definição do que seria a “palavra” em cada um dos textos;
Ø      Identificação de especificidades dos gêneros apresentados (estrutura, hibridismo dos gêneros);
Ø      Reconhecer a metalinguagem presente nos textos (a palavra falando dela mesma);
Ø      Estimular o aluno a perceber a intertextualidade que pode ser estabelecida entre os textos (muito embora ela, às vezes, esteja lá, é necessário que a inter-relação seja feita pelo próprio aluno, se isso não ocorrer, o professor poderá mostrar didaticamente com sua leitura como isso pode se dar);
Ø      Produção textual a partir da reflexão da questão “palavra”:
·        Nas suas palavra, o que é a palavra?
·        Definição referencial;
·        Definição poética / metafórica / narrativa;
·        Em forma de desenho.
Ø      Socialização das experiências práticas de escrita (apresentação à turma por meio oral, exposição de cartazes, varal de poesias, publicação em jornal e outros).

·        O Folhas 06 do Livro Didático Público (Palavras) também pode subsidiar o trabalho com essa temática.
·        Lembrar que as questões da cultura africana e afro-brasileira (Lei N.º 10.639, de 9 de janeiro de 2003), bem como da educação ambiental são amparadas por lei e devem ser contempladas na abordagem dos conteúdos específicos que a elas se relacionam. O Livro Didático público aborda essas questões nos Folhas 03 (Discursos da negritude) e 09 (Estratégias de manifestar opinião). No ensino fundamental os paradidáticos têm tratado constantemente destas questões.
 Bom trabalho!
Equipe de Língua Portuguesa

Em breve...

Matérias, informativos e diversos temas nesse espaço.